Uma parceria entre a Biblioteca Municipal de Silves e as freguesias do concelho para um projecto plurianual de promoção da leitura e da literacia a pensar no que mais importa: as PESSOAS
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Mais de 3000 visualizações
Já passámos as 3000 consultas desta plataforma. "Enquanto houver estrada pra andar, a gente vai continuar", como diria Jorge Palma numa canção intemporal...
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Leituras nas Fontes da Matosa
No último domingo realizou-se mais uma sessão de leitura informal, desta vez na antiga escola primária das Fontes da Matosa, na freguesia de Alcantarilha. A ação foi planeada em concertação com a Associação da Nossa Senhora das Fontes da Matosa e levou os livros à comunidade local, sensibilizando-a para a importância da leitura e da sua partilha em voz alta, nomeadamente em contextos mais rurais, isolados e carenciados como aquele.
Esta sessão constituiu ainda o pretexto para, pela primeira vez, juntar elementos dos dois núcleos de Voluntários de Leitura já criados no concelho de Silves (respetivamente das freguesias de Silves e de Alcantarilha), estimulando-se assim o salutar convívio e a troca de experiências e de gostos entre ambos.
Participaram nesta ação os voluntários: Afonso Fernandes, Maria Luísa Cabrita, Manuel Caetano (o nosso "Manel das bicicletes", como ele gosta de ser chamado) e sua esposa Piedade, Ana Santório, Merícia Estêvão, Isabel Costa, Ana Paula Baptista, Luísa Duarte, Paula Torres, Ana Rosendo, José Vieira, Vilma Ferian e Paulo Pires.
Contámos ainda com a agradável surpresa da participação do escritor António Vieira Nunes (autor da obra Algarviada, já editada em dois volumes), que, apesar de residente em Loulé (mas natural de Algoz), faz agora também parte dos Voluntários de Leitura de Silves. O entusiasta e contagiante amante do Algarve e das suas singularidades culturais partilhou com o público vários poemas e histórias escritos no dialeto da região, no seu tom habitualmente humorístico e satírico, o que foi uma agradável novidade para muitos presentes que não se conheciam ainda a sua obra.
Houve ainda tempo para algumas intervenções do público, nomeadamente depoimentos sobre António Aleixo e o seu legado, e alguns instantes cómicos. No final houve vinho do Porto e umas filhozes imperdíveis, que não esqueceremos tão cedo...
O nosso muito obrigado à Maria Rita (Nelinha), João Fortuna, Maria Helena e Carla Narciso (e restantes membros da associação), pela simpatia e hospitalidade com que nos receberam (e mimaram).
Esta sessão constituiu ainda o pretexto para, pela primeira vez, juntar elementos dos dois núcleos de Voluntários de Leitura já criados no concelho de Silves (respetivamente das freguesias de Silves e de Alcantarilha), estimulando-se assim o salutar convívio e a troca de experiências e de gostos entre ambos.
Participaram nesta ação os voluntários: Afonso Fernandes, Maria Luísa Cabrita, Manuel Caetano (o nosso "Manel das bicicletes", como ele gosta de ser chamado) e sua esposa Piedade, Ana Santório, Merícia Estêvão, Isabel Costa, Ana Paula Baptista, Luísa Duarte, Paula Torres, Ana Rosendo, José Vieira, Vilma Ferian e Paulo Pires.
Contámos ainda com a agradável surpresa da participação do escritor António Vieira Nunes (autor da obra Algarviada, já editada em dois volumes), que, apesar de residente em Loulé (mas natural de Algoz), faz agora também parte dos Voluntários de Leitura de Silves. O entusiasta e contagiante amante do Algarve e das suas singularidades culturais partilhou com o público vários poemas e histórias escritos no dialeto da região, no seu tom habitualmente humorístico e satírico, o que foi uma agradável novidade para muitos presentes que não se conheciam ainda a sua obra.
Houve ainda tempo para algumas intervenções do público, nomeadamente depoimentos sobre António Aleixo e o seu legado, e alguns instantes cómicos. No final houve vinho do Porto e umas filhozes imperdíveis, que não esqueceremos tão cedo...
O nosso muito obrigado à Maria Rita (Nelinha), João Fortuna, Maria Helena e Carla Narciso (e restantes membros da associação), pela simpatia e hospitalidade com que nos receberam (e mimaram).
domingo, 20 de janeiro de 2013
À descoberta da aldeia da Lavega
Também no dia 11 de janeiro passado fomos ao coração do barrocal, já na freguesia de Pêra, e descobrimos a aldeia da Lavega, onde vivem cerca de 8 habitantes.
José da Conceição Clemente e Maria Angélica Ramos Clemente juntaram os vizinhos (Jorge da Silva Cabrita, Rosalina Siles Silvestre e José Gregório da Silva Cabrita) e familiares (sem fronteiras de idade) na sua casa e, entre uns bolinhos, copos de vinho do Porto e outras tentações da mesa, espalhámos palavras de conforto, serenidade, humor, desassossego e sátira.
Participaram os voluntários Ana Santório, Maria Luísa Cabral, Manuel Caetano e sua esposa Piedade, e Paulo Pires.
Saímos dali de coração cheio porque demos o melhor de nós a quem quase nada tem em termos de oferta cultural e contacto/partilha social.
Envolvemos, contagiámos e acabámos por (nos) acrescentar algo ao outro... Não será isso o mais importante da vida?
José da Conceição Clemente e Maria Angélica Ramos Clemente juntaram os vizinhos (Jorge da Silva Cabrita, Rosalina Siles Silvestre e José Gregório da Silva Cabrita) e familiares (sem fronteiras de idade) na sua casa e, entre uns bolinhos, copos de vinho do Porto e outras tentações da mesa, espalhámos palavras de conforto, serenidade, humor, desassossego e sátira.
Participaram os voluntários Ana Santório, Maria Luísa Cabral, Manuel Caetano e sua esposa Piedade, e Paulo Pires.
Saímos dali de coração cheio porque demos o melhor de nós a quem quase nada tem em termos de oferta cultural e contacto/partilha social.
Envolvemos, contagiámos e acabámos por (nos) acrescentar algo ao outro... Não será isso o mais importante da vida?
Na casa de Isabel Henriques
No passado dia 11 de janeiro voltámos ao centro histórico de Alcantarilha e na rua da Misericórdia, n.º8, a D.ª Isabel Maria Henriques e sua família abriram-nos a sua porta (e a sua intimidade) para mais uma ação dos voluntários de leitura.
Lemos Eugénio de Andrade, António Aleixo, Alexandre O'Neill e ainda revisitámos o fado castiço e a música alentejana, partilhando versos e sons de outrora... Até houve - imagine-se - espetadores muito especiais... de quatro patas mas com uma sensibilidade que porventura daria que pensar a muitos humanos...
Participaram os seguintes voluntários de leitura da freguesia de Alcantarilha: Manuel Caetano e sua esposa Piedade, Maria Luísa Cabrita, Ana Santório e Paulo Pires.
Muito obrigado à nossa anfitriã e suas filhas e netas, que simpática e entusiasticamente nos acolheram no seu lar.
Porque queremos envolver cada vez mais!
Lemos Eugénio de Andrade, António Aleixo, Alexandre O'Neill e ainda revisitámos o fado castiço e a música alentejana, partilhando versos e sons de outrora... Até houve - imagine-se - espetadores muito especiais... de quatro patas mas com uma sensibilidade que porventura daria que pensar a muitos humanos...
Participaram os seguintes voluntários de leitura da freguesia de Alcantarilha: Manuel Caetano e sua esposa Piedade, Maria Luísa Cabrita, Ana Santório e Paulo Pires.
Muito obrigado à nossa anfitriã e suas filhas e netas, que simpática e entusiasticamente nos acolheram no seu lar.
Porque queremos envolver cada vez mais!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
E venham mais 2500!
Ultrapassámos há dias as 2500 visualizações deste blogue surgido em finais de novembro do ano passado. Obrigado mais uma vez a todos os contagiadores e contagiados pela paixão da leitura!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
E se...
...as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos?
Seriam eles realmente capazes de aprender o que há tanto tempo têm andado a ensinar?...
Seriam eles realmente capazes de aprender o que há tanto tempo têm andado a ensinar?...
Ler devia ser proibido!
Um vídeo, repleto de ironia e provocação (e realismo), produzido em 2003 por um coletivo de jovens estudantes brasileiros da Universidade de Salvador. Para refletir...
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