Já há tempos que estávamos para ir lá (desde o Natal passado), mas desta vez foi, porque o prometido é devido... Estivemos na tasca do Carlinhos, na rua 5 de outubro, em pleno coração da cidade de Silves, e levámos connosco Rui Zink, Antoine de Saint-Exupéry, José Carlos Ary dos Santos, Gonçalo M. Tavares e José Luís Peixoto, a quem o Carlinhos juntou Júlio Dinis e as prazenteiras memórias das leituras que fazia dos romances desse autor.
Ainda houve tempo para alguns acordes musicais associados à poesia e para experimentarmos o singular acordeão que o Carlinhos guarda com carinho e cuidado, e do qual brota uma sonoridade natural que os novos instrumentos parecem já não possuir.
Obrigado ao Carlinhos e à sua simpática irmã, e à nossa voluntária de leitura e psicóloga Ana Marques, que nos incentivou e acompanhou nesta visita.
Uma parceria entre a Biblioteca Municipal de Silves e as freguesias do concelho para um projecto plurianual de promoção da leitura e da literacia a pensar no que mais importa: as PESSOAS
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Na casa de Carlos Rafael...
Ontem à noite (dia 24 de janeiro) fomos recebidos na casa da Margarida e do Carlos Rafael, na rua Latino Coelho, bem perto da Biblioteca. O casal convidou alguns familiares, vizinhos e amigos, e gerou-se uma agradável e estimulante partilha entre todos, que acabou durando até perto da meia-noite, com alguns repastos pelo meio...
Participaram os voluntários José Vieira, Vânia Dias, Ana Paula Baptista e o estreante Júlio Nascimento. Leram-se textos de Mia Couto, Gonçalo M. Tavares, Jorge de Sena, José Fanha, Alexandre O'Neill, Jorge Palma, Eugénio de Andrade, António Ramos Rosa e Manuel António Pina.
Obrigado ao casal, à entusiasta Lina Rafael, sua filha, e a todos os que estiveram presentes para conhecer e desfrutar melhor deste projeto que pretende precisamente envolver as pessoas, aproximá-las e promover a prática informal da leitura e a narração oral, como noutros tempos se fazia espontaneamente à lareira...
Participaram os voluntários José Vieira, Vânia Dias, Ana Paula Baptista e o estreante Júlio Nascimento. Leram-se textos de Mia Couto, Gonçalo M. Tavares, Jorge de Sena, José Fanha, Alexandre O'Neill, Jorge Palma, Eugénio de Andrade, António Ramos Rosa e Manuel António Pina.
Obrigado ao casal, à entusiasta Lina Rafael, sua filha, e a todos os que estiveram presentes para conhecer e desfrutar melhor deste projeto que pretende precisamente envolver as pessoas, aproximá-las e promover a prática informal da leitura e a narração oral, como noutros tempos se fazia espontaneamente à lareira...
Mais de 3000 visualizações
Já passámos as 3000 consultas desta plataforma. "Enquanto houver estrada pra andar, a gente vai continuar", como diria Jorge Palma numa canção intemporal...
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Leituras nas Fontes da Matosa
No último domingo realizou-se mais uma sessão de leitura informal, desta vez na antiga escola primária das Fontes da Matosa, na freguesia de Alcantarilha. A ação foi planeada em concertação com a Associação da Nossa Senhora das Fontes da Matosa e levou os livros à comunidade local, sensibilizando-a para a importância da leitura e da sua partilha em voz alta, nomeadamente em contextos mais rurais, isolados e carenciados como aquele.
Esta sessão constituiu ainda o pretexto para, pela primeira vez, juntar elementos dos dois núcleos de Voluntários de Leitura já criados no concelho de Silves (respetivamente das freguesias de Silves e de Alcantarilha), estimulando-se assim o salutar convívio e a troca de experiências e de gostos entre ambos.
Participaram nesta ação os voluntários: Afonso Fernandes, Maria Luísa Cabrita, Manuel Caetano (o nosso "Manel das bicicletes", como ele gosta de ser chamado) e sua esposa Piedade, Ana Santório, Merícia Estêvão, Isabel Costa, Ana Paula Baptista, Luísa Duarte, Paula Torres, Ana Rosendo, José Vieira, Vilma Ferian e Paulo Pires.
Contámos ainda com a agradável surpresa da participação do escritor António Vieira Nunes (autor da obra Algarviada, já editada em dois volumes), que, apesar de residente em Loulé (mas natural de Algoz), faz agora também parte dos Voluntários de Leitura de Silves. O entusiasta e contagiante amante do Algarve e das suas singularidades culturais partilhou com o público vários poemas e histórias escritos no dialeto da região, no seu tom habitualmente humorístico e satírico, o que foi uma agradável novidade para muitos presentes que não se conheciam ainda a sua obra.
Houve ainda tempo para algumas intervenções do público, nomeadamente depoimentos sobre António Aleixo e o seu legado, e alguns instantes cómicos. No final houve vinho do Porto e umas filhozes imperdíveis, que não esqueceremos tão cedo...
O nosso muito obrigado à Maria Rita (Nelinha), João Fortuna, Maria Helena e Carla Narciso (e restantes membros da associação), pela simpatia e hospitalidade com que nos receberam (e mimaram).
Esta sessão constituiu ainda o pretexto para, pela primeira vez, juntar elementos dos dois núcleos de Voluntários de Leitura já criados no concelho de Silves (respetivamente das freguesias de Silves e de Alcantarilha), estimulando-se assim o salutar convívio e a troca de experiências e de gostos entre ambos.
Participaram nesta ação os voluntários: Afonso Fernandes, Maria Luísa Cabrita, Manuel Caetano (o nosso "Manel das bicicletes", como ele gosta de ser chamado) e sua esposa Piedade, Ana Santório, Merícia Estêvão, Isabel Costa, Ana Paula Baptista, Luísa Duarte, Paula Torres, Ana Rosendo, José Vieira, Vilma Ferian e Paulo Pires.
Contámos ainda com a agradável surpresa da participação do escritor António Vieira Nunes (autor da obra Algarviada, já editada em dois volumes), que, apesar de residente em Loulé (mas natural de Algoz), faz agora também parte dos Voluntários de Leitura de Silves. O entusiasta e contagiante amante do Algarve e das suas singularidades culturais partilhou com o público vários poemas e histórias escritos no dialeto da região, no seu tom habitualmente humorístico e satírico, o que foi uma agradável novidade para muitos presentes que não se conheciam ainda a sua obra.
Houve ainda tempo para algumas intervenções do público, nomeadamente depoimentos sobre António Aleixo e o seu legado, e alguns instantes cómicos. No final houve vinho do Porto e umas filhozes imperdíveis, que não esqueceremos tão cedo...
O nosso muito obrigado à Maria Rita (Nelinha), João Fortuna, Maria Helena e Carla Narciso (e restantes membros da associação), pela simpatia e hospitalidade com que nos receberam (e mimaram).
domingo, 20 de janeiro de 2013
À descoberta da aldeia da Lavega
Também no dia 11 de janeiro passado fomos ao coração do barrocal, já na freguesia de Pêra, e descobrimos a aldeia da Lavega, onde vivem cerca de 8 habitantes.
José da Conceição Clemente e Maria Angélica Ramos Clemente juntaram os vizinhos (Jorge da Silva Cabrita, Rosalina Siles Silvestre e José Gregório da Silva Cabrita) e familiares (sem fronteiras de idade) na sua casa e, entre uns bolinhos, copos de vinho do Porto e outras tentações da mesa, espalhámos palavras de conforto, serenidade, humor, desassossego e sátira.
Participaram os voluntários Ana Santório, Maria Luísa Cabral, Manuel Caetano e sua esposa Piedade, e Paulo Pires.
Saímos dali de coração cheio porque demos o melhor de nós a quem quase nada tem em termos de oferta cultural e contacto/partilha social.
Envolvemos, contagiámos e acabámos por (nos) acrescentar algo ao outro... Não será isso o mais importante da vida?
José da Conceição Clemente e Maria Angélica Ramos Clemente juntaram os vizinhos (Jorge da Silva Cabrita, Rosalina Siles Silvestre e José Gregório da Silva Cabrita) e familiares (sem fronteiras de idade) na sua casa e, entre uns bolinhos, copos de vinho do Porto e outras tentações da mesa, espalhámos palavras de conforto, serenidade, humor, desassossego e sátira.
Participaram os voluntários Ana Santório, Maria Luísa Cabral, Manuel Caetano e sua esposa Piedade, e Paulo Pires.
Saímos dali de coração cheio porque demos o melhor de nós a quem quase nada tem em termos de oferta cultural e contacto/partilha social.
Envolvemos, contagiámos e acabámos por (nos) acrescentar algo ao outro... Não será isso o mais importante da vida?
Na casa de Isabel Henriques
No passado dia 11 de janeiro voltámos ao centro histórico de Alcantarilha e na rua da Misericórdia, n.º8, a D.ª Isabel Maria Henriques e sua família abriram-nos a sua porta (e a sua intimidade) para mais uma ação dos voluntários de leitura.
Lemos Eugénio de Andrade, António Aleixo, Alexandre O'Neill e ainda revisitámos o fado castiço e a música alentejana, partilhando versos e sons de outrora... Até houve - imagine-se - espetadores muito especiais... de quatro patas mas com uma sensibilidade que porventura daria que pensar a muitos humanos...
Participaram os seguintes voluntários de leitura da freguesia de Alcantarilha: Manuel Caetano e sua esposa Piedade, Maria Luísa Cabrita, Ana Santório e Paulo Pires.
Muito obrigado à nossa anfitriã e suas filhas e netas, que simpática e entusiasticamente nos acolheram no seu lar.
Porque queremos envolver cada vez mais!
Lemos Eugénio de Andrade, António Aleixo, Alexandre O'Neill e ainda revisitámos o fado castiço e a música alentejana, partilhando versos e sons de outrora... Até houve - imagine-se - espetadores muito especiais... de quatro patas mas com uma sensibilidade que porventura daria que pensar a muitos humanos...
Participaram os seguintes voluntários de leitura da freguesia de Alcantarilha: Manuel Caetano e sua esposa Piedade, Maria Luísa Cabrita, Ana Santório e Paulo Pires.
Muito obrigado à nossa anfitriã e suas filhas e netas, que simpática e entusiasticamente nos acolheram no seu lar.
Porque queremos envolver cada vez mais!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
E venham mais 2500!
Ultrapassámos há dias as 2500 visualizações deste blogue surgido em finais de novembro do ano passado. Obrigado mais uma vez a todos os contagiadores e contagiados pela paixão da leitura!
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